Resposta de indutor de defesas e fungicidas, isoladamente ou associados, no controle de Antracnose Publicado em:

O material traz infomações sobre o uso de indutor de resistência associado ao controle químico de antracnose (Colletotrichum lindemuthianum) em feijão (Phaseolus vulgaris).


A antracnose do feijão

A antracnose (Colletotrichum lindemuthianum) é uma das principais doenças na cultura do feijão (Figura 1), e seus danos podem significar a perda total do cultivo.

O controle deste patógeno, durante todo o ciclo da cultura, é imprescindível para a obtenção de altas produtividades, com maior regularidade nas lavoras de feijão.

Figura 1 - Sintomas de antracnose (Colletotrichum lindemuthianum) em legumes de feijão.

 

A resposta de sete programas de manejo, utilizando azoxistrobina (Az) e acibenzolar-S-metil (ASM) em sucessão, isoladamente ou em associação foram testados para o controle sobre a patogênese da antracnose e o rendimento de grãos em feijão-comum.

O estudo foi realizado em área da Estação Experimental Instituto Phytus em Itaara – RS, cultivada com feijão-comum (cv. Uirapuru).

 

Controle da antracnose do feijão

Os tratamentos testados no experimento estão apresentados na Tabela 1.

Tabela 1 - Ingredientes ativos, doses e época de aplicação dos programas de manejo de antracnose.

Como pode-se observar na tabela 2, o uso de azoxistrobina reduz a severidade de antracnose em feijão. A utilização do ASM mostra-se mais interessante no controle da doença e aumento de rendimento quando associada ao fungicida do que isoladamente.

Três aplicações de Az denotam maior controle da doença e rendimento final de grãos (Figura 2).

 

Tabela 2 - Severidade e AACPD de C. lindemuthianum em feijão conforme sete programas de manejo.

 

Figura 2 – Rendimento de grãos de feijão submetido a sete programas de manejo. *

 *Médias seguidas por mesma letra não diferem entre si pelo teste de Tukey(p= 0,05); CV(%) : 5,62

 

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