Perspectivas e obtenção de variabilidade genética na soja: classificação genética, botânica, morfológica e fisiológica da soja

Publicado em: 22/06/2022
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A soja (Glycine max L.) é oriunda do continente asiático, da região correspondente à China (CAMARA, 2011). Sua domesticação ocorreu durante o século XI a.C., constituindo nesta região seu centro de origem primário, com a maior variabilidade genética da cultura. Após eventos evolutivos, o ancestral Glycine soja deu origem à espécie Glycine max L. Esta espécie foi espalhada através da migração nômade ao leste da China, região conhecida como a antiga Manchúria, e considerada hoje o centro de origem secundário. Por volta de 1880, houve, na América do Norte, o surgimento e a recomendação do cultivo da soja como planta forrageira e produtora de grãos. No Brasil, foi introduzida por Gustavo Dutra, no estado da Bahia em 1882. Em 1914, foi alvo das pesquisas do professor norte-americano E. C. Craig, que desenvolveu atividades na Escola Superior de Agronomia da Universidade Técnica do Rio Grande do Sul (OLTRAMARI, 2003), hoje denominada Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Sua expansão foi crescente até meados de 1930, quando pesquisas evidenciaram que a rápida expansão desta oleaginosa foi decorrente da facilidade de seu cultivo, da possibilidade de colheita mecanizada, de seu valor alimentar e de seu rápido crescimento (BLACK, 2000).


Classificação genética, botânica, morfológica e fisiológica da soja


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Autor(a)

Dr. Ivan Ricardo Carvalho

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