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Início / Como controlar milho RR na soja

  • Materiais Técnicos
  • 18/02/2022

Como controlar milho RR na soja

Sumário

Como a grande maioria das áreas de milho são cultivadas com híbridos resistentes ao glifosato, esse herbicida não pode mais ser usado para controle do milho tiguera na soja. Para isso, o produtor rural deverá pensar em opções de herbicidas diferentes para controle em pré ou pós-emergência da soja.

 

Dessecação Pré-semeadura 

Caso já existam plantas de milho emergidas antes da implantação da cultura da soja, essas poderão ser controladas na dessecação em pré-emergência da cultura. A melhor opção será com o uso de herbicidas graminicidas inibidores da ACCase. Alguns herbicidas de ação total como o paraquat e o glufosinato de amônio poderão controlar plantas muito jovens, até V3, após esse estágio poderá haver rebrota do milho. 

Pós-emergência da soja

A principal ferramenta para manejo em pós-emergência da soja são os herbicidas graminicidas inibidores da ACCase. Os principais gramicidas com registro para uso em soja são: Haloxifope-P-metílico, fluazifope-P-butírico, quizalofope-P-tefurílico, o cletodim e o setoxidim.

 

Cuidados com o manejo

Um grande desafio ao controle é que poderá ocorrer diferentes fluxos de emergência de plantas de milho, podendo exigir mais de uma aplicação de herbicidas, o que irá inclusive resultar em aumento de custos. 

Além disso, a eficiência do controle dos graminicidas está altamente correlacionada com o estádio fenológico da planta de milho a ser controlada. Até 6 folhas (V6) as plantas são de fácil e rápido controle, sendo que tanto os FOPs quanto os DIMs irão oferecer controle efetivo. Entre 6 e 10 folhas o controle ainda poderá ser eficiente, porém mais lento. Conforme dados de pesquisa, sobre plantas em estádio mais avançado, o desempenho dos herbicidas FOPs tem sido maior. A partir de 10 folhas o controle é reduzido e lento, e na grande maioria dos casos não será 100% efetivo.

Cuidados com a tecnologia de aplicação devem ser seguidos, aplicar em condições ambientais adequadas e fazer uso de adjuvantes recomendados pelas empresas fabricantes é fundamental para um bom desempenho dos graminicidas. No momento do controle de milho tiguera, principalmente na dessecação pré-plantio da soja, as plantas podem se encontrar em condição de déficit hídrico. Esta situação é extremamente prejudicial a ação dos graminicidas na planta, devido à redução na translocação destas moléculas, reduzindo a eficácia de controle, mesmo em estádios iniciais.

Figura 1. Estádios de desenvolvimento de milho tiguera e a ação de herbicidas graminicidas no controle.

 

 
Foto de Drª. Camila Pinho

Drª. Camila Pinho

Engenheira Agrônoma, formada pela Universidade Federal de Pelotas - UFPel (2008). Possui Mestrado (2010) e Doutorado (2012) em Fisiologia Vegetal pela UFPel e Pós-doutorado em Fitotecnia pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro - UFRRJ. Atualmente é Professora Adjunta do Instituto de Agronomia - Departamento de Fitotecnia da UFRRJ. É docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Fitotecnia - PPGF/UFRRJ e do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola e Ambiental - PGEAAmb/ UFRRJ. Bolsista Jovem Cientista do Nosso Estado pela FAPERJ (2019 - atual). Atua e orienta nos temas relacionados a Fisiologia do Estresse em Plantas, Manejo de Plantas Daninhas, Resistência de Plantas Daninhas a Herbicidas e Dinâmica de Pesticidas no Ambiente, . É coordenadora do grupo de pesquisa Plantas Daninhas e Pesticidas no Ambiente (PDPA) - UFRRJ e pesquisadora do grupo de pesquisa Engenharia e Monitoramento de Biossistemas (EMBIO) - UFRRJ, ambos cadastrados no CNPq.
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